Coméquipodi?

ou, como as notícias do dia-a-dia afetam a nossa vida.

Arquivo para Tecnologia

Youtube permite legendas e links em vídeos

O Youtube está permitindo adicionar links a filmes. Esse artigo fala mais sobre isso, mas o melhor mesmo é assistir esse vídeo para entender:

Como me afeta: Eu recentemente publiquei meu primeiro vídeo no Youtube:

Estou pensando em colocar umas legendas nele. Alguém tem sugestões?

Eu nunca mais vou comprar bilhertes internacionais

A adoção do e-ticket pelas companhias mundiais de aviação vai acarretar em uma economia de custos de cerca de US$ 3 bilhões por ano para a indústria, segundo projeções da Associação Internacional do Transporte Aéreo. (mais informações aqui)

Como me afeta: Eu me lembro da primeira vez que vi um bilhete internacional da IATA. A capa azul com o mapa-mundi, as milhares de páginas parecidas, as cópias carbono em vermelho… E eu me lembro também da última que eu vou ver: Ajudei a minha mãe a interpretar o bilhete dela algumas semanas atrás. Esses livretos de passagem sempre tiveram uma mistura de incômodo terrível (quando tinha que ir correndo buscar um ou esperar uma entrega) com ansiedade por saber que uma viagem está próxima… As viagens aéreas perdem um pouco da sua mística, mas ganham um monte de praticidade!

O busão se atrasa, mas avisa!

Através do rastreamento por GPS, é possível saber a localização, a velocidade, o tempo de viagem e quantos minutos faltam para ele chegar ao ponto. “Temos cadastrados no nosso banco de dados o tempo e a rota de cada linha. Dá para saber até se o motorista está dirigindo acima da velocidade permitida ou se está atrasado”, explica o professor de Engenharia de Transportes da Coppe Ronaldo Balassiano. (mais informações aqui)

Como me afeta: Achei legal a idéia… Me pergunto quando a Carris vai fazer. Mas isso também não resolve o problema. Quero ver é quando o busão mandar um sms dizendo que tá chegando. Ai sim vai ser útil!

Twitter enfrenta problemas de performance. Em outras notícias: O que é o Twitter?!?

Atualização: O Baguete tentou explicar o Twitter também.

As a simple microblogging and messaging service, the site’s popularity has experienced more than its fair share of growth explosions over the past couple years, thanks to major event partnerships with SXSW and MTV, as well as mentions in everything from The New York Times to CNN. Over the year and a half that I’ve been using Twitter, though, I’ve seen the service experience a decent amount of downtime, each instance of which typically inspires a number of conversations and speculation from around the web as to what the problem actually is. (mais aqui e aqui)

Como me afeta: O Twitter é um servicinho bacaninha, que quando chegar no Brasil, aposto que vai estourar como o orkut fez. É basicamente um site que recebe mensagens curtas que tu envia de qualquer mídia (celular, sites associados, etc.) e repassa para os teus “seguidores”, assim teus amigos ficam sabendo o que tá rolando, mesmo sem falar contigo. Ele tem causado alguns fenômenos sociológicos interessantes, como dois amigos decidindo tomar umas cervejas num boteco se transformar em uma festa de uma hora pra outra, por que todo mundo ficou sabendo e foi também. Mas o Twitter não vai chegar no Brasil tão cedo, por que tem algo muito errado com os servidores deles… E eles não sabem o que é. Eu trabalho bastante com performance (a velocidade e o número de requisições que um sistema consegue atender) e sei bem pelo que eles tão passando… As vezes demora pra tu botar o dedo no problema, e as vezes a solução é quase tão ruim quanto o problema. Isso tudo com uma galera te pressionando para resolver, por que, honestamente, tá ruim. Boa sorte pro Twitter!

Uma luz no fim do longo túnel do atraso tecnológico

O Gizmodo, terceiro blog mais acessado no mundo segundo o Technorati, anunciou sua chegada ao Brasil nesta segunda-feira, 19. No ar desde 2002, o site especializado em novidades tecnológicas, que hoje é publicado em 9 países e em 6 diferentes línguas, contabiliza atualmente 52 milhões de page views por mês, com 8,2 milhões de visitas únicas. (mais aqui e aqui)

Como me afeta: Uma das minhas maiores frustrações com tecnologia é o tempo que leva paras as novidades chegarem no Brasil. Os sites e aplicações mais interessantes se tornam inúteis por aqui por não terem massa crítica de usuários.  Coisa semelhante acontece com produtos eletrônicos. O caso mais gritante é o fato de eu não poder compra músicas pelo iTunes e ter que inclusive me aproveitar de um defeito do site para fazer coisas triviais como baixar a capa de um álbum. A vinda do Gizmodo pode indicar que esse mercado está se tornando um pouco menos insipiente. Ou pode não dar em nada…

Nova maneira de interpretar uma velha lei…

(…)if I drag a song about a tree falling in the woods into my Kazaa “shared files” folder but there’s no proof that anyone downloaded it, have I committed copyright infringement?
In most cases, the answer has been yes. Judge Neil V. Wake, presiding over Atlantic vs. Pamela and Jeffrey Howell, bucked that trend by denying the RIAA’s motion for summary judgment in that case. (mais informações aqui)

Como me afeta: O download de material com copyright sem pagar nada para o artista é um crime deplorável, o qual muitas vezes a sociedade me forçou a considerar (não estou afirmando que eu tenha feito…), porém, até recentemente, o ônus ficava apenas sobre quem compartilhava os arquivos, já que em teoria é mais fácil de achar a origem de um arquivo compartilhado. Porém, o juiz Neil V. Wake acha que o termo “distribuir” pode estar sendo interpretado erroneamente nesse caso. Para ele, apenas compartilhar não é crime. O crime apenas ocorre caso alguém de fato baixe o arquivo. É uma abordagem interessante… que pode minar ainda mais as tentativas de coibir a distribuição pirata. O pior é que infringir o copyright é um crime de fato… Mas é um crime tão bom!!!

Muito cuidado com o que baixam no Limewire

Those of you who might hypothetically find yourselves surfing around on LimeWire searching for the latest in free, legal, P2P downloads may want to pay a bit more attention to the files you download. According to Craig Schmugar at McAfee’s Avert Labs, there’s a new trojan (Downloader-UA.h) on the loose that’s masquerading as an MP3 or MPG file. The list of infected files below was originally compiled by Schmugar, and it’s not a bad idea to check them out if you regularly search for “user-created” video. Not that any of you actually do that sort of thing, of course, but you might know someone who does. Err, did. Back in the 90s. (mais aqui e aqui)

Como me afeta: Eu não uso muito o Limewire, mas sei de muita gente que usa. Meu conselho: Podem continuar usando, mas cuidado com o que baixam. Rodem um antivirus no arquivo (cliquem nele com o botão direito e façam uma verificação) antes de rodar, mesmo de dentro do Limewire. Os arquivos infectados tendem a referenciar músicas/filmes mais raros, pois atrai mais interesse. Notem que tem um arquivo “t-3545425-lion king portugues.mpg”, o que me faz crer que o hacker é brasileiro… Não sei por que…

Mais informações a respeito do bloqueio ao WordPress

Uma ordem judicial da 31ª Vara Civel do Tribunal de Justiça de São Paulo, que pede o bloqueio de um blog do WordPress com conteúdo criminoso, pode retirar do ar todos os blogs hospedados no serviço, revelou a Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet), nesta quarta-feira (09/04). (mais aqui, aqui e aqui)

Como me afeta: Conforme já tinha comentado anteriormente, corre na justiça um processo que ordena que todos o domínio WordPress seja bloqueado no Brasil. Isso iria impedir acesso ao blog a não ser por vias tortuosas e escusas que eu posso ensinar pra quem quiser saber ;o). Na época critiquei a justça brasileira por não entender a tecnologia e tentar obstruir o site. A justiça de fato pediu apenas o bloqueio do blog específico. Acontece que, na verdade, há uma dificuldade técnica envolvida. Se tentassem bloquer apenas um endereço, o acesso não seria de fato impedido, pois é fácil redirecionar de um endereço para o outro. Na verdade, tanto o juíz quanto os técnicos envolvidos foram muito lúcidos. Até devem existir outras maneiras de resolver o problema, mas nenhuma óbvia, a não ser que o WordPress concorde em tirar o dito blog do ar.

hat tip: Rafa, via Buzz Out Loud

Nova jaqueta no mercado

An American inventor based in the UK has won an international design competition. Michael Chen, 28, won a £6,000 prize for his Reactiv cycle jacket, which changes colour as the cyclist brakes. The inspiration for the jacket came from wanting to feel safer when cycling the streets of London. Chen said: “I cycled round London in the dark wearing my first prototype. It was a £10 waterproof jacket with LEDs stuck on by gaffer tape.” He continued: “For the first time, I noticed that cars passed me more slowly, gave me more room, and that the drivers and passengers were even making eye contact.”
How it works: The jacket uses an accelerometer to sense movement, changing the colour of LEDs on the back from green when accelerating, then to red when braking. A tilt switch in the jacket also makes LEDs in the arm flash amber when the wearer lifts their arm to indicate a turn.

Como me afeta: Diretamente, pois sendo um dos muitos londrinos que possuem uma magrela e que usam este tipo de transporte diariamente para ir ao trabalho essa eh uma otima noticia. Em Londres, diariamente 2 por cento das jornadas ao trabalho sao feitas de bicicleta, isso representa 450.000 pessoas todos os dias, entretanto ainda muito atras de outras grandes cidades europeias como Berlim (5 por cento), Munique(12 por cento), Copenhagem (20 por cento) e Amsterdam (28 por cento). O problema de Londres nao sao os motoristas, em sua maioria educados, nem a velocidade, pois a cidade esta constantemente engarrafada, aqui no pais da Rainha o problema sao as ruas inacreditavelmente estreitas, por mais cuidadoso que o motorista (tanto dos carros quanto o da bicicleta) sejam, qualquer falta de atencao ou de sinalizacao pode causar um grande acidente. Por isso acredito que esta nova jaqueta vem bem a calhar, ainda mais com esse
“pisca pisca” acoplado, melhor impossivel. Quando chegar ao mercado nao hesitarei e serei um dos primeiros compradores.

Reciclando calor

A datacentre in Zurich is doing just that, when heat from a datacentre built in a bunker is being collected and transferred to the nearby pool as part of an innovative energy efficiency project undertaken by GIB-Services, a Swiss IT co-location company. (mais informações aqui)

Como me afeta: Datacenters são famosos pela quantidade de calor que geram. Se um PC já aquece tanto que precisa de um ventilado, imagina uma sala cheia deles. Essas caras resolveram o problema de forma exemplar! Ao invés de gastar energia com ar condicionado, carregam ela para um lugar onde ela é necessária! Agora é só colocar um chuveiro e usar o mesmo processo para esquentar a água lá no trabalho!

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